5 passos para ajudar seu filho a parar de chupar o dedo


Antes de tudo

Saiba que o dedo pode ser um desafio ainda mais complicado que a chupeta, já que está ao alcance da criança a qualquer momento. O hábito geralmente começa por questões fisiológicas: a necessidade de a criança sugar, que pode ser anterior até ao nascimento, e a coceira na gengiva em decorrência do nascimento dos dentes, o que costuma ocorrer a partir dos 6 meses ou antes, em alguns casos.



Quanto tirar

Se entre 1 ano e meio e 2 anos a criança não tiver abandonado o hábito sozinha, é um bom momento para tentar a retirada. Nessa fase, ela está saindo da fase oral, em que coloca tudo na boca para interagir com o mundo ao redor.


O que observar

Note em quais situações seu filho coloca o dedo na boca: em momentos de sono, medo, insegurança ou ansiedade, por exemplo. “Quando a criança se autoembala e se autoconsola, o ato de chupar o dedo pode sinalizar que deseja mais atenção. É possível que seja mais sensível e tímida”, pondera a pediatra Lélia.


Como tirar

Além da conversa sobre os malefícios de chupar o dedo (os mesmos da mamadeira e da chupeta), após os 2 anos, a criança deve ser incentivada a tirar o dedo da boca e a segurar outro objeto que o substitua, como um boneco, brinquedo ou paninho. Durante o dia, ao perceber que ela está chupando dedo, não a repreenda. Procure propor atividades manuais e brincadeiras para entretê-la de modo criativo. Outra opção é oferecer objetos para ocupar suas mãos, de forma que se esqueça de colocar o dedo na boca. Não raro, ao frequentar a escola e perceber que os colegas ali não chupam o dedo, ela abandona o hábito. Uma tática válida é colocar, por alguns dias, curativos adesivos coloridos no dedo dela e dizer que fez “dodói” de tanto chupar. Dessa forma, seu filho não conseguirá sugar o dedo. Os especialistas desencorajam colocar pimenta e outras substâncias picantes ou amargas, tanto no dedo COMO na chupeta.


Quando pedir ajuda

Se, mesmo após muita conversa e diversas tentativas diferentes, o hábito persistir para além dos 3 anos, pode ser válida a avaliação de um pediatra ou psicólogo, antes que ele

prejudique a dentição.





Fonte: Maria Clara Vieira/Crescer

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